sábado, 23 de fevereiro de 2013

Movimentação Operacional em 2012 - Correção.

A planilha estatística divulgada pela Infraero, foi corrigida e segue abaixo a real movimentação do Aeroporto Bartolomeu Lisandro em 2012.

Aeronaves: 13.103
Passageiros: 77.225

O erro, em relação à Campos foi na quantidade de passageiros, onde a informação dada foi de 77.190 passageiros.


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Último Fretamento do SESC MG

Foi na última quarta dia 13/02. A aeronave que fez  vôo foi ATR-42 500 PP-PTW levando de volta para Belo Horizonte o último grupo de turistas que estiveram no balneário de Grussaí em São João da Barra/RJ onde o SESC MG tem uma filial. Foram 318 embarques e desembarques nestes cinco fretamentos!

Parabéns ao SESC MG pela iniciativa!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

ATR-72 600 PR-TKL









ATR-72 600 pela 1ª vez em Campos. Foi no quarto fretamento do SESC-MG.

4° Fretamento PLU/CAW/PLU - SESC-MG

Chegou ontem por volta das 12:25 o 4° fretamento do SESC-MG. Para nossa alegria, este vôo foi operado com o ATR-72 600 de matrícula PR-TKL, que pousou pela 1ª vez em Campos. Cerca de 45 passageiros desembarcaram e levou de volta o grupo que chegou na semana passada no 3° fretamento.
Parabéns ao SESC e a Trip Linhas Aéreas!

Fretamento PLU/CAW/PLU Clube Atlético Mineiro.



Ontem foram realizados mais dois fretamentos vindo de Pampulha. Foi o 4° fretamento do SESC-MG e um do time do Atlético Mineiro. Os jogadores e parte da equipe técnica chegaram por volta das 15h  em Campos, num vôo fretado pela TRIP Linhas Aéreas, seguindo viagem para a cidade de Tombos/MG para jogarem hoje. A previsão é de retorno nesta madrugada de quarta para quinta feira para Belo Horizonte.





sábado, 2 de fevereiro de 2013

3° Fretamento PLU/CAW/PLU.

Foi na última terça, dia 29/01, o terceiro fretamento do SESC-MG. O Blog estava lá para conferir. A aeronave pousou por volta das 12:10 e decolou cerca de 20 min depois para Pampulha.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Subsídio a voo regional vai custar até R$ 1 bi

O governo federal vai gastar até R$ 1 bilhão por ano com subsídios diretos às companhias aéreas para permitir voos a pequenos aeroportos regionais. Esse dinheiro, afirmou o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, sairá do fundo formado principalmente com recursos obtidos com a concessão de grandes aeroportos à iniciativa privada no ano passado.

O governo vai pagar 50% das passagens em até 60 assentos para aeronaves que operarem nesses aeroportos. O fortalecimento da aviação regional é a grande aposta do governo para aumentar a competição entre as companhias e evitar abusos de preços. Os subsídios devem tornar comercialmente viáveis os voos até esses terminais.

Além disso, as companhias regionais terão maior acesso ao aeroporto de Congonhas (SP), hoje muito concentrado nas grandes empresas, como TAM e Gol. O terminal movimenta atualmente quase 17 milhões de passageiros. A ideia é redistribuir os horários de pouso e decolagem (slots), levando em conta a pontualidade e a necessidade de abrir espaço para outras companhias. "Isso vai aumentar a competitividade e melhorar a qualidade", avalia o ministro. E, com mais competição, haverá menos espaço para abuso em preços.

O governo aposta em competição e melhor infraestrutura para coibir aumentos exagerados nos preços das passagens, inclusive na época de grandes eventos, como a Copa. "O setor é livre, mas é claro que se observarmos preços fora da curva podemos fazer uma intervenção", disse o ministro. "Estamos acompanhando." Bittencourt acredita que, com mais empresas operando, tarifas muito caras não se sustentarão.

Obras.  Há um mês, a presidente Dilma Rousseff lançou um pacote de medidas para alavancar o setor aeroportuário, com investimentos de R$ 7,3 bilhões para reforma e melhoria de 270 aeroportos regionais. As obras serão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para fugir dos entraves formais que atrasam empreendimentos públicos, o governo vai adotar uma estratégia nova. Foi fechado um convênio com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São Paulo, e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para que essas instituições elaborem projetos iniciais das ações necessárias.

Com base nesses documentos, o Banco do Brasil, em parceria com a SAC, contratará empresas que farão o projeto de engenharia e as obras. "Será porteira fechada", comentou o ministro. Ao juntar as duas fases, o governo espera economizar tempo.

Além disso, o BB está autorizado, desde o fim do ano passado, a "driblar" as amarras impostas pela Lei das Licitações quando administrar projetos do setor aéreo. Nesses casos, poderá utilizar o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que é mais rápido. Na Infraero, por exemplo, o uso do RDC encurtou os prazos de contratação de 120 dias para 60 a 90 dias e os preços ficaram 12% inferiores.

Bittencourt acredita que o Banco do Brasil será mais ágil na contratação das obras.

Custos. O governo analisa também mais medidas para reduzir os custos das companhias aéreas, levando em conta que o setor, de fato, teve aumento estrutural de despesas. Cerca de 60% dos gastos são em moeda estrangeira que, no ano passado, subiu. Além disso, existe pressão no mercado do petróleo. O querosene de aviação ficou três vezes mais caro em dez anos.

Este mês, entrou em vigor a desoneração da folha de pagamentos. Mas a avaliação é que há espaço para avançar nos cortes de tributos. "O ICMS chega a 19% em média e, como incide no combustível, o peso é ainda maior." A redução do PIS/Cofins também está em análise, mas ainda não há decisão. Fonte: http://economia.estadao.com.br

*Se isto se firmar, será muito bom para a movimentação do Aeroporto de Campos/RJ.